Sentindo o gosto do barulho
E o cheiro do azedo
Sentindo o tato do medo
E ouvindo o borbulho
Misturando as sensações sem sentido
E não tendo mais percepção de espaço.
Misturando o sentimento amassado, sem compasso
E não sabendo mais se é dor ou saudade de te vivido
Tentando entender o aperto no peito
E fechando os olhos para não chorar
Ou disfarçando, esperando, a hora de desmoronar
Tentando entender a dor que parece estar apenas no leito
Aprendendo a esperar alguém partido
E fechando o coração, como se algo tivesse morrido
Ou disfarçando o medo de ser iludido
Aprendendo que dói, a dor de um amor perdido.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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